Psiquiatra para Síndrome do Pânico 

A síndrome do pânico, também chamada de transtorno do pânico, envolve crises recorrentes e inesperadas de medo intenso, acompanhadas de sintomas físicos e preocupação com novos episódios. Com o tempo, esse receio pode limitar deslocamentos, compromissos e atividades antes realizadas com tranquilidade.

A Dra. Veronica Ciulla, médica psiquiatra e psicoterapeuta em Porto Alegre, CREMERS 33434 e RQE 44626, realiza avaliação das crises e acompanhamento individualizado.

Como é uma crise de pânico?

A crise pode começar subitamente, com palpitações, falta de ar, tremores, suor, tontura ou desconforto no peito. Também podem surgir medo de morrer e sensação de perder o controle, mesmo sem perigo evidente.

Uma crise isolada não confirma o transtorno. O diagnóstico considera a repetição dos ataques, a preocupação persistente e as mudanças de comportamento relacionadas ao medo de novas crises.

Quando o medo começa a restringir a rotina

Após os episódios, algumas pessoas passam a evitar dirigir, viajar ou permanecer sozinhas. Quando há medo de situações em que escapar ou receber ajuda parece difícil, pode existir agorafobia associada.

Buscar avaliação permite compreender essas limitações e planejar o cuidado antes que mais atividades sejam abandonadas.

O que é investigado na consulta?

A avaliação considera frequência das crises, circunstâncias em que ocorrem, histórico de saúde e uso de medicamentos ou substâncias. Conforme os sintomas, podem ser necessárias avaliações complementares para investigar causas clínicas.

Também são consideradas condições associadas, como outros transtornos de ansiedade e depressão, que podem influenciar o planejamento terapêutico.

Como funciona o tratamento?

O tratamento pode envolver psicoterapia, medicamentos ou a combinação de ambos. A terapia cognitivo-comportamental é uma das abordagens estudadas para ajudar a compreender as sensações das crises e trabalhar os comportamentos de evitação.

Determinados antidepressivos podem ser indicados para o controle dos sintomas. A escolha e os ajustes dependem da avaliação médica. Benzodiazepínicos exigem cautela pelo risco de tolerância e dependência.

O acompanhamento permite avaliar a resposta ao tratamento e orientar a retomada gradual das atividades.

Quando procurar uma emergência?

Dor intensa no peito, desmaio, falta de ar importante ou sintomas novos e diferentes dos episódios já avaliados exigem atendimento imediato. Esses sinais precisam de investigação, mesmo em quem já recebeu diagnóstico de transtorno do pânico.

Consulta para síndrome do pânico em Porto Alegre

Na consulta com a Dra. Veronica Ciulla, o paciente pode conversar sobre as crises e seus efeitos na vida cotidiana. A avaliação orienta um plano de cuidado compatível com suas necessidades.

Entre em contato para agendar uma consulta com a Dra. Veronica Ciulla.